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Marcar
compromissos
e reuniões
de forma
efetiva
envolve um
conjunto de
técnicas
simples, mas
nem tão
evidentes.
Para quantas
reuniões
você já foi
chamado sem
saber o
assunto, a
pauta, quem
mais estaria
presente?
Quantas
vezes uma
reunião na
qual você
exerceria
papel
importante
foi marcada
para uma
data na qual
você estava
indisponível?

E quantas
vezes você
mesmo marcou
uma reunião
sem
considerar
as questões
acima com
relação aos
demais
participantes?
Para evitar
este tipo de
erro e
garantir que
as reuniões
agendadas
por você
mesmo *não*
sejam vistas
como uma
inconveniência,
o
Efetividade.net
reuniu esta
série de
dicas de
agendamento
de reuniões.
Fique à
vontade se
quiser
imprimir e
“esquecer”
na mesa do
seu chefe,
da
secretária
dele, ou
mesmo pregar
no mural
perto do
bebedouro!
Este não é
um talento
que você
possa
incluir com
facilidade
no seu
currículo,
mas pode
sempre ser
um
diferencial
na carreira,
ou pelo
menos na
vida
funcional
;-)
Dicas para
agendamento
efetivo de
compromissos
-
-
Tenha
certeza
de
precisar
de uma
reunião:
quantas
reuniões
são
marcadas
de forma
desnecessária
ou
redundante?
Quanto
mais
formalizados
os
processos,
mais
oportunidade
há para
surgir a
demanda
por
reuniões
sem um
objetivo
real – a
entrega
de um
documento
que não
será
discutido
nesta
mesma
oportunidade,
a
obtenção
da
assinatura
formal
em um
documento
já
previamente
aprovado,
etc. Use
bem as
rotinas
de
gabinete
e
protocolo,
e deixe
as
reuniões
apenas
para os
momentos
em que
de fato
for
haver
interação
que
interfira
na
tomada
de
decisões,
ou
trabalho
realizado
em
conjunto.
-
Chame
só quem
precisa
comparecer:
quem não
tem
informações
relevantes,
não será
diretamente
afetado,
e não
tem o
poder de
decisão
apropriado,
geralmente
não
precisa
comparecer.
Chamar a
equipe
completa,
para
garantir
que
todos
sejam
informados
ou se
sintam
comprometidos,
evidencia
problemas
de
comunicação
que
precisam
ser
resolvidos
de outra
forma. E
se o seu
chefe se
sente
deixado
de lado
se não
for
avisado
de todas
as
reuniões,
procure
desenvolver
o
talento
de
convencê-lo
de que
determinadas
reuniões
estão
abaixo
do nível
de
importância
dele – a
não ser
que a
presença
dele de
fato
acrescente
algo ao
resultado
da
reunião.
-
Defina e
divulgue
a pauta:
ter uma
pauta
conhecida
por
todos
ajuda a
reunião
em si a
ser
produtiva,
mas
também é
muito
importante
para o
agendamento.
Sabendo
exatamente
qual a
lista de
temas
programados,
cada
participante
terá
melhores
condições
de tomar
suas
decisões
relativas
ao
agendamento,
priorização,
etc. –
além de
poder se
preparar
e levar
os
documentos
e dados
necessários.
-
Ofereça
uma
série de
alternativas
de datas
e
horários:
quem
nunca
passou
por uma
longa
série de
e-mails
entre 4
participantes
de uma
mesma
reunião
futura,
tentando
achar a
data
perfeita
para
todos?
“Terça
eu não
posso”,
“De
tarde
não vai
dar”,
etc.
Isto
acontece
porque a
pessoa
que
iniciou
a
marcação
da
reunião
foi
específica
demais
(propôs
um único
horário
e data)
ou
genérica
ao
extremo
(propôs
que seja
em
qualquer
dia da
semana
que vem,
por
exemplo).
Uma boa
alternativa
é propor
uma
série de
3 a 5
datas e
horários,
para que
cada
participante
diga
qual
prefere,
e em
quais
não
pode.
Assim,
após
receber
uma
resposta
de cada
um, a
pessoa
responsável
por
marcar a
reunião
pode
tomar a
decisão
certa, e
comunicar
a todos.
Existem
diversos
softwares
e sites
que
automatizam
o
processo,
mas
quando a
reunião
é de
poucas
pessoas,
isto
pode ser
feito
facilmente
por
e-mail.
-
Reduza o
tempo de
deslocamento:
Se a
reunião
vai
exigir
que
parte
dos
participantes
se
desloque,
leve
isso em
conta.
Marque o
compromisso
para um
horário
que seja
compatível
com o
tempo de
deslocamento,
e se
possível
faça-o
em um
local
que seja
conveniente
para a
maioria
dos
participantes.
Sou
integrante
de uma
associação
que
marca
seus
encontros
semanais
para uma
cidade
em que
nenhum
dos
associados
reside,
baseada
no
critério
de que é
o ponto
mais
próximo
do meio
do
caminho
para
todos.
Me
parece
uma
decisão
próxima
da
estupidez:
assim o
que se
garante
é que
absolutamente
todos
tenham
que se
deslocar,
em geral
por
horas,
de forma
a
compartilhar
a
inconveniência
entre
todos, e
assim
todos
terem
tratamento
igual. A
maneira
racional
seria
realizar
as
reuniões
ordinariamente
no local
em que a
maioria
dos
associados
estejam
(mesmo
que não
seja o
local em
que eu
mesmo me
encontre),
e
ocasionalmente
(e de
forma
proporcional)
realizá-las
nos
demais
locais.
Quando o
tempo de
deslocamento
for
pequeno
ou os
participantes
estiverem
geograficamente
dispersos,
aí sim
faz
sentido
agendar
para um
local no
meio do
caminho
e que
seja
conveniente
para
todos.
-
Deixe
espaço
antes e
depois
do
evento:
Se o
evento é
às 10h e
vai
durar 45 min, eu
prefiro
agendar
das 9h40
às 11h
(sem
contar
deslocamento),
sempre
que
possível.
Parece
um uso
ineficiente
do
tempo,
mas
assumir
desde o
princípio
que vou
precisar
de 20
minutos
para me
preparar
e de 15
minutos
para as
notas e
contatos
pós-reunião
na
verdade
ajusta a
agenda à
realidade,
e impede
que
estas
atividades
(que na
prática
sempre
ocorrem)
atrapalhem
outros
agendamentos.
-
Não
misture
os
compromissos
pessoais
e os
profissionais:
ou ao
menos
evite
tanto
quanto
puder.
Quando o
agendamento
não dá
certo –
e de vez
em
quando
não vai
dar, por
mais
efetivo
que você
seja – e
uma
reunião
se
prolonga,
é
relativamente
fácil
avisar e
explicar
isto
para as
pessoas
com quem
você
teria
outros
compromissos
de
trabalho
ou da
mesma
natureza.
Mas se o
próximo
compromisso
fosse
com os
filhos,
a esposa
ou uma
consulta
no
médico,
tudo
fica
mais
complicado.
Deixe
espaços
maiores
entre
compromissos
de
natureza
diferente!
-
Mantenha
os
guardiões
da sua
agenda
sempre
atualizados:
Se mais
pessoas
cuidam
da sua
agenda,
além de
você, é
importante
que elas
sempre
saibam a
tempo
das
modificações
que você
mesmo
promoveu,
ou dos
compromissos
que
agendou
pessoalmente.
Agendas
compartilhadas
ou
públicas
(como o
Google Calendar,
especialmente
se você
usá-lo
em seu
smartphone)
podem
ser uma
boa
opção
neste
caso,
mas não
substituem
a sua
própria
disciplina.
E a pena
para não
atualizar
todo
mundo
que tem
controle
sobre a
sua
agenda é
de vez
em
quando
perceber
que
precisaria
estar em
2
lugares
ao mesmo
tempo,
ou que
duas
pessoas
igualmente
importantes
estão do
lado de
fora da
sua
sala,
aguardando
para
tratar
de
assuntos
que lhe
interessam,
no mesmo
horário.
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