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Uma
das conseqüências mais
espetaculares da "força de
Coriolis" na atmosfera da Terra
é o movimento giratório dos
furacões que costumam perturbar
a vida dos habitantes do
hemisfério norte.
As grandes massas de ar que se
deslocam nesses furacões , às
vezes em grandes velocidades,
formam enormes círculos em torno
de uma região de baixa pressão,
o chamado "olho" do furacão. No
hemisfério norte
esses movimentos são no
sentido contrário
ao dos ponteiros do relógio.
Quando os ventos se deslocam na
direção da região de baixa
pressão (representada pela área
azul da figura) a força de Coriolis
faz com eles se desviem para a
direita.
No
hemisfério sul
um furacão deveria
girar no sentido horário.
Mas, para sorte nossa, por
alguma razões meteorológicas,
quase não existem furacões no
nosso hemisfério.
(Em tempo:
nos dias 26 e 27 de março de
2004, foi registrado o primeiro
fenômeno desse tipo no sul do
Brasil. O furacão ocorreu no sul
do oceano Atlântico e ganhou o
nome de Catarina) - inserção do
professor após a ocorrência.
Compare nas fotos de satélite
seguintes, que o furacão
Catarina, ocorrido no Brasil,
gira no sentido dos ponteiros
dos relógios, enquanto o furacão
Katrina, ocorrido nos Estados
Unidos, gira no sentido
contrário do dos ponteiros dos
relógios.
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