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Geodésia
Celeste (forma alternativa:
Geodésia por Satélite):
proporciona o posicionamento
de pontos sobre a superfície
terrestre a partir de medidas
efetuadas por estrelas ou satélites
artificiais, permitindo o
desenvolvimento de sistemas de
posicionamento terrestre.
Atualmente, a utilização de
satélites artificiais vêm
tornando essa área bastante
conhecida, através do Sistema
de Posicionamento Global
(NAVSTAR/GPS), que é um
sistema de rádio-navegação
por satélite que permite o
posicionamento de pontos em
terra, mar ou ar.
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Constelação
de Satélites GPS |
As aplicações da Geodésia são bastante
diversificadas: toda ação que exija o
estabelecimento de posições absolutas ou
relativas na superfície terrestre; obras
vinculadas ao meio-ambiente, monitoramento
contínuo; demarcação de terras extensas;
locação de barragens ou obras de
engenharia; atividades cadastrais (limites
de propriedades, municípios); apoio a
cartografia etc;
RESUMINDO:
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O que é a
Geodésia?
Geodésia é a ciência que se ocupa da
determinação da forma, das dimensões e do
campo de gravidade da Terra.
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Para
que serve a Geodésia?
Seus dados e informações são necessários
porque servem como referências precisas a
diversos projetos de engenharia - construção
de estradas, pontes, barragens, etc. -,
mapeamento, geofísica, pesquisas científicas,
dentre outros.
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Quem
coordena as atividades geodésicas no
Brasil?
É o IBGE, instituição responsável no país
por essas atividades. Suas ações
caracterizam-se pela implantação e manutenção
do Sistema Geodésico Brasileiro (SGB)
As atividades geodésicas têm experimentado
uma verdadeira revolução com o advento do
Sistema de Posicionamento Global (GPS). A
capacidade que este sistema possui de
permitir a determinação de posições, estáticas
ou cinemáticas, aliando rapidez e precisão
muito superiores aos métodos clássicos de
levantamento, provocou a necessidade de
revisão das características do SGB. A
implantação da Rede Brasileira de
Monitoramento Contínuo (RBMC) representa a
conseqüência desta rediscussão. Com o seu
funcionamento, os usuários de informações
do IBGE passarão a contar com uma
infra-estrutura ativa e compatível com os métodos
atuais de posicionamento baseados no GPS.
Entretanto, a componente altimétrica do SGB
ainda não está totalmente contemplada, em
virtude de desconhecermos com suficiente
precisão a forma real da Terra (geóide).
Com isto, há a necessidade de concentrar-se
esforços nas atividades de nivelamento geodésico,
de maregrafia e de gravimetria, que levarão
a um maior conhecimento do geóide, com
todas as suas anomalias, segundo a escala
dos geodesistas. Será possível, então, o
uso da ferramenta GPS em um espectro mais
amplo de aplicações onde se busca
preferencialmente a determinação dos
valores de altitude.
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