Objetivos
gerais:
1º
Compreender
como a
dinâmica
interna da
Terra
reflete em
diferentes
formas do
modelado do
relevo
através das
erupções
vulcânicas;
2º
Associar
esses
processos
às
diferentes
dinâmicas
comportamentais
dos
elementos
constituintes
da estrutura
interna do
planeta;
3º
Relacionar a
Teoria da
Tectônica de
Placas com
eventos
catastróficos,
como
erupções
vulcânicas, terremotos e
tsunamis,
além de suas
localizações.
Estratégias
1)
Propor a
produção
de uma
maquete
representando
montanhas
vulcânicas extintas, adormecidas e ativas, assim como da sua estrutura interna.
2)
Confeccionar uma pequena brochura para cada um dos trabalhos (1
por equipe) (ver normas aqui).
Habilidades
e
Competências:
1)
Capacidade
de
analisar,
interpretar,
descrever,
localizar,
pesquisar,
associar
e
relacionar;
2) O
aluno
deverá
ser
capaz de
entender/explicar
os
processos
de
modelagem
do
relevo
relacionando-os
com a
dinâmica
interna
da
estrutura
da Terra
e a
influência
das
formas
do
relevo
formação
das
paisagens
e na
dinâmica
climática como o
homem
impacta
de forma
negativa esses
processos
com a
exploração
de
recursos
minerais
para a
produção
industrial.
Conclusão
da
Atividade:
1)
Construir
uma
maquete
explicativa
representando
montanhas
vulcânicas
extintas,
adormecidas
e
ativas,
assim
como da
sua
estrutura
interna;
2)
Apresentar
uma
pequena
brochura
com
informações/dados
sobre o
tema;
3)
Montar
uma
exposição
com a
maquete,
explicando
para a
classe
os
conceitos
acerca
do tema
e
entregar
a
brochura
ao
professor
após as
exposições.
Material
necessário:
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Medidas da
chapa de
madeirite |
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- Para a base, uma chapa
MDF (Madeirite) medindo
50cm de largura por 50cm
de comprimento e 2cm de
espessura.
- Argila
para moldagem (lojas de
materiais para
artesanato, olarias), ou;
- Papel
machê (ver
como fazer aqui);
- Bicromato de amônio
(lojas de produtos
químicos, casas de
material serigráfico);
- Bomba de ar para
aquários (ver texto);
- Chimarrão (erva-mate),
açafrão (para dar alguns
pontos amarelados e
coloral (urucum, para
dar tons avermelhados);
- para simular as áreas
de vegetação;
- Placas
de isopor grossas e
finas (para a maquete
das partes de um
vulcão);
- Cola
(tubo grande);
- Papel
higiênico grosseiro
(para simular a aspereza
das rochas e montanhas);
- Tintas
para pintura escolar
(ver com a professora de
Artes).
Como fazer?
1º) As montanhas
vulcânicas podem ser
construídas usando
pedaços de isopor
empilhados e a
técnica do jornal
amassado e umedecido com
cola de polvilho (ou
outro recurso
semelhante) e, pouco a
pouco, modele as formas
de montanhas desejadas
(montanhas pontiagudas,
elevadas, escarpadas e
em forma de cone,
recobertas de neve, para
vulcões
adormecidos/extintos e
montanhas cônicas com
uma cratera irregular,
para vulcões ativos. Uma
vez secas, recubra com
papel machê e encape com
papel higiênico (dá
aquele tom áspero,
rugoso, típico das
rochas) e espere secar
novamente.
Após secas, proceda a
pintura com tinta
escolar, cuidando para
usar as cores mais
próximas possíveis
daqueles encontradas no
plano real (natureza).
2º) As rochas podem ser
confeccionadas em
isopor. Os pedaços de
isopor grosso são
passados sobre a chama
de um fogão a gás, para
que os mesmo adquirissem
formatos irregulares e a
seguir pintados de cinza
escuro com tinta látex,
terminando com cinza de
tonalidades mais clara.
Depois de tudo seco os
pedaços são colados nas
encostas das montanhas.
Cole em alguma das
"rochas", pedaços de
papel higiênico para
simular uma maior
variedade de rochas.
3º) Para simular a
vegetação das
proximidades da montanha
vulcânica, cole papel
higiênico e use chimarrão
(erva-mate), açafrão
(para dar alguns pontos
amarelados e coloral
(urucum, para dar tons
avermelhados) O efeito é
o mesmo.
Veja à seguir, 3 modelos-exemplos
de vulcão extinto, ativo
e da estrutura interna:
1 - Maquete de vulcão
extinto ou adormecido
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Maquete de
vulcão
adormecido
nos Andes
(Peru) |
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Maquete de
vulcão
adormecido
da Nova
Zelândia |
2 - Maquete de vulcão
ativo
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Para dar
mais beleza
à maquete,
complemente-a
com as
formas
semelhantes
às daquela
da Nova
Zelândia
(acima). |
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O que fazer para simular
a erupção?
O bicromato de amônio é
um composto de
nitrogênio, hidrogênio,
cromo e oxigênio, que
quando queimado,
converte-se em óxido de
cromo (um composto de
cromo e oxigênio),
nitrogênio e vapor de
água. Na combustão os
cristais alaranjados do
bicromato decompõem-se,
deixando como produto um
amontoado de cinzas (o
óxido de cromo) que
ocupará um volume
aproximadamente três
vezes o volume inicial
dos cristais, dessa
maneira as cinzas
"escorrerão" para fora
do vulcão, o vapor de
água e o nitrogênio se
dispersarão no ar.
Embora o vapor e o
nitrogênio não sejam
tóxicos, partículas de
óxido de cromo são
expelidas juntamente com
esses gases, portanto é
aconselhável que essa
experiência seja feita
em um lugar arejado.
Também tome cuidado com
o bicromato pois ele é
tóxico.
Usando de preferência a argila
(ou papel machê, na
falta dela) molde um
vulcão em cima de uma
base de madeira, não se
esquecendo de fazer a
cratera. Perfure a parte
de baixo da base de
madeira passando por
baixo do vulcão até
chegar no interior da
cratera (que será
preenchida com o bicromato), nesse canal
coloque um tubo fino de
metal que será usado
para bombear ar para
dentro da cratera. O
bombeamento de ar é
necessário para que a
combustão do bicromato
que estiver abaixo da
boca do vulcão não se
abafe. O tubo terá quer
ser suficientemente fino
para que o ar passe, mas
não permita que o
bicromato caia por ele.
Ligue um compressor de
ar para aquários no tubo
metálico ou use algum
outro meio simples para
bombear o ar suavemente
para o interior da
cratera. Para dar um
toque de realismo
espalhe um pouco de
chimarrão em volta da
base do vulcão,
simulando assim, a
vegetação. Preencha
completamente a cratera
do vulcão com o bicromato de amônio e
com um isqueiro ou
fósforo inicie a
combustão, e enquanto
houver combustão (que
não é rápida), mantenha
o bombeamento do ar.
Sugerimos que antes de
moldar o vulcão,
primeiro adquira o
bicromato, e de acordo
com a quantidade
disponível dimensione o
seu tamanho.