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Adam Smith - O Formulador da Teoria Econômica |
Adam Smith
explica que
a “mão
invisível”
não
funcionaria
adequadamente
se houvessem
impedimentos
ao livre
comércio.
Ele era,
portanto, um
forte
oponente aos
altos
impostos e
às
intervenções
do governo,
que afirmava
resultar em
uma economia
menos
eficiente, e
assim
fazendo
gerar menos
riqueza.
Contudo,
Smith
reconhecia
que algumas
restrições
do governo
sobre a
economia são
necessárias.
Este
conceito de
“mão
invisível”
foi baseado
em uma
expressão
francesa, “laissez
faire”,
que
significa
que o
governo
deveria
deixar o
mercado e os
indivíduos
livres para
lidar com
seus
próprios
assuntos.
Deve-se saber que Smith
não foi um
economista
ingênuo. Ele
estava
ciente dos
abusos
praticados
por muitas
empresas
privadas, e
denunciou as
formações de
monopólios,
que ocorrem
quando uma
firma é a
única
produtora de
um certo
produto.
Adam Smith
também
criticou
seriamente
as
conspirações
comerciais e
cartéis que
ocorrem
quando um
grupo de
empresários,
produtores
de um mesmo
bem de
consumo,
estabelece
um
determinado
preço. Estes
fenômenos
econômicos
poderiam
obviamente
prejudicar
os trabalhos
da “mão
invisível”
onde uma
economia
funciona
melhor
quando há
bastante
competição,
resultando
em produtos
melhores
sendo
fabricados
na
quantidade
apropriada e
nos menores
preços
possíveis.
As teorias econômicas de
Adam Smith
foram
amplamente
aceitas, e
economistas
famosos
posteriormente
utilizaram-nas
em seus
trabalhos.
Sua obra, A
Riqueza das
Nações, foi
escrita de
forma clara
e
compreensível
e foi lida e
reverenciada
por muitos.
Seus
argumentos a
favor da
pouca
interferência
governamental
nos
negócios, na
taxação e
tributação e
livre
comércio
influenciaram
a economia
mundial
durante o
século XIX,
e continua
influenciando
até os dias
de hoje.
Smith foi o fundador do
estudo
sistemático
e organizado
da Economia
e um dos
principais
pensadores
na história
humana.
Adam Smith faleceu em 17
de julho de
1790.
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