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Lago do parque do início da av. Marcelino Pires

 

Um dos muitos canteiros floridos, numa típica primavera douradense

 

Rotatória urbana na primavera 

Rua ornada com Ipês, numa típica manhã de outono
 

Praça numa manhã de inverno

Saiba o que acontece no céu de Dourados, MS, agora!

 

 

 

 

Índia da reserva

Bandeira do Município

 
 

          Dourados é a segunda maior cidade do Estado de Mato Grosso do Sul, só perdendo, em tamanho, para a capital Campo Grande. Localiza-se na porção centro-Sul do Estado, a 224km de Campo Grande. A cidade tem uma localização geográfica privilegiada, sendo centro de uma região formada por 34 municípios. É conhecida como “Cidade Universitária”, porque além de ser grande produtora de gêneros agropecuários, tem muitas instituições de Ensino Superior.
          Dourados ocupa a quarta posição entre as cidades brasileiras que mais cresceram nas últimas décadas. O aumento médio do PIB foi de 5,3% ao ano, e sua renda per capita cresceu mais de 400%. Funciona como pólo regional de Sul do Estado. A atividade comercial é a principal fonte de arrecadação do município, sendo 66% do total. Por outro lado, a agricultura representa cerca de 38%; a pecuária, 15,21%; a atividade industrial  14,33%, e outras atividades, 1,06%. Atualmente o município tem uma população superior a 181.869 (IBGE/2007), dos quais, 99% têm disponibilidade de energia elétrica e 98%, água potável.
  Estatísticas e índices socioeconômicos atualizados IBGE

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Veja quais foram os prefeitos de Dourados.

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Distâncias entre Dourados e grandes cidades:

Campo Grande (MS)

224 Km

São Paulo (SP)

1.006 km

Brasília (DF)

1.352 km

Curitiba (PR)

907 km

Cuiabá (MT)

912 km

Porto Alegre (RS)

1.294 km

Florianópolis (SC)

1.214 km

Assunção (Paraguai)

720 km

Buenos Aires (Argentina)

2.673 km

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Veja como chegar em Dourados.

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Coordenadas geográficas:

Dourados está situado em uma área com 72,5 km2, e a área do município é de 4.086,387 km2, com 430 metros de altitude média, 22o 13’ 16” S de latitude e 54o 48’ 2” W de longitude. O Município faz divisa, ao Norte, com Itaporã, Douradina, Maracaju e Rio Brilhante; ao Sul, com Ponta Porã, Laguna Carapã, Caarapó e Fátima do Sul; ao Leste, com Deodápolis; e a Oeste, com Ponta Porã.

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          Dourados foi distrito de Ponta Porã em 1914 e posteriormente elevada a município em 1935. No final da década de 1940, a partir de a “Marcha para o Oeste”, se iniciou intenso processo de povoamento e ocupação com a "Colônia Federal de Dourados", criada em 1943 por Getúlio Vargas, quando da criação de colônias agrícolas estaduais e municipais. A região atraiu pessoas de várias partes do Brasil e dos países fronteiriços, se tornando uma espécie de “caldeirão cultural”. Segundo dados oficiais, até 1972, 16 colônias teriam sido fundadas no Sul de Mato Grosso. A Colônia Agrícola Federal de Dourados teria recebido, até 1960, aproximadamente 9.232 famílias. A população urbana e rural do município de Dourados passou de 84.955 habitantes, em 1960, para 148.980 em 1968, e 174.668, em 1970. Depois do final da década de 50, o processo de ocupação e povoamento se expandiu por todo o sul de Mato Grosso, principalmente através da colonização realizada por companhias particulares, que adquiriram grandes áreas, as dividiam em lotes e iniciavam novas colônias. Em 11 de outubro de 1977, foi criado o Estado de Mato Grosso do Sul, com capital em Campo Grande.

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           O clima apresenta características de verão quente e chuvoso e inverno frio e seco. As temperaturas médias ficam nos 22º C e ocorrem de outubro até abril. Nos outros meses do ano, são registradas médias de 17 e 21º C. Os meses mais frios são junho e julho e os mais quentes são dezembro e janeiro. A altitude é de 430m. As condições climáticas em Dourados ao final dos meses de setembro e começo de outubro são amenas.

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Saiba mais sobre Dourados no web-site da Prefeitura.

  Estatísticas e índices socioeconômicos atualizados IBGE

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          O município de Dourados tem a maior concentração, em âmbito nacional, de população indígena em áreas urbanas, estimadas em mais de 10.000 pessoas. São as reservas dos Guarani (Kaiowá e Ñandeva) e Terena, que todos os anos recebem milhares de turistas, nacionais e estrangeiros, interessados em conviver com os indígenas e sua cultura, além de estudantes e cientistas em temporadas de estudos. Mesmo assim, os indígenas são marginalizados e vivem péssimas condições sociais, de saúde e educação, embora existam iniciativas governamentais nos planos federal, estadual e municipal em resolver seus problemas; a população local não vê com bons olhos a avalanche de benefícios concedidos aos indígenas, sob a alegação de que eles não se esforçam para melhorar sua situação.

Fonte: 

http://www.simposioreligioes.com.br/espanhol/apresenta.html

 

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